Uma mulher condenada à morte engravida na prisão. O diretor da penitenciária revisa as imagens das câmeras de segurança e fica chocado ao descobrir a verdade.

Ao rever as gravações das últimas semanas, ele viu algo que o deixou atônito e o fez tremer involuntariamente.

As imagens revelaram movimentações suspeitas, visitas clandestinas e interações que já haviam sido relatadas, em flagrante violação de todos os protocolos de segurança da prisão.

Um arrepio percorreu a espinha do guarda ao perceber que o que vira destruiria sua percepção da instituição e a sensação de segurança que havia cultivado.

Enquanto isso, Carolia permaneceu em silêncio, tentando entender como poderia proteger o filho que esperava em um ambiente tão hostil e rigidamente controlado.

Cada dia na prisão era um desafio. Os guardas a olhavam com desconfiança, as outras detentas estavam surpresas e uma sensação de vulnerabilidade a envolvia.

No entanto, a gravidez lhe deu uma força inesperada: a certeza de que precisava sobreviver, de que precisava encontrar uma maneira de proteger seu filho, mesmo nas condições mais adversas.

O diretor da prisão, após analisar as gravações, percebeu que não se tratava simplesmente de uma violação de protocolo, mas de um ato de manipulação e abuso que vinha se desenvolvendo há semanas.

Enquanto observava atentamente um guarda atrás da cela de Car.

Olina compreendeu que a instituição havia falhado em seu dever.

para proteger os mais vulneráveis ​​e que o incidente havia sido um acidente.

O choque e a indignação o paralisaram por um instante.

 

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